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Manutenção em dia do escapamento pode evitar transtornos.
15/02/2018

Maior consumo de combustível, multa e reprovação na inspeção veicular ambiental são algumas das consequências da falta de manutenção do sistema de exaustão. Por isso, é fundamental fazer revisões periódicas no conjunto de peças.

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O sistema de exaustão é um dos itens fundamentais no momento de fazer a manutenção preventiva do veículo. Composto por coletor/tubo de motor, catalisador, tubos flexíveis (malhas de aço), silenciosos intermediário e traseiro, coxins de borracha e suportes para fixação, tem como função direcionar os gases para a parte traseira do veículo, atenuar o nível de ruído emitido pela combustão realizada no motor e transformar os gases nocivos emitidos em gases inertes. “A falta de manutenção do sistema de exaustão pode causar ruídos excessivos, aumentar consumo de combustível e até corrosões na carroceria do automóvel, além de lançar maior volume de poluentes ao meio ambiente”, afirma Ely Carlos, do Grupo Celinho - Autopeças e Centros Automotivos.

O especialista revela que escapamento em condições inadequadas pode levar à multa e, na cidade de Pouso Alegre, à reprovação na inspeção veicular ambiental, porém, o mais importante é a questão da saúde das pessoas, pois se, por alguma falha, os gases entrarem na parte interna do veículo (habitáculo), em casos extremos, podem ser mortais.

Ao observar ruído no escapamento é hora de fazer revisão no sistema de exaustão. “O catalisador pode estar quebrado, silenciosos furados ou pode ser algum encaixe defeituoso entre as partes”, esclarece. Devido à menor temperatura de trabalho e maior contato com a água, o silencioso traseiro é uma das partes que costuma sofrer maior desgaste. Segundo o consultor, trajetos curtos acumulam água na tubulação e nos silenciosos, causando corrosão.

Para garantir o funcionamento adequado do sistema é importante fazer avaliações periódicas. “É preciso ficar atento, pois a má qualidade do combustível, lombadas e ondulações no asfalto e até rodar trajetos curtos podem afetar a vida útil das peças”, ressalta Parisi.

Em caso de troca, é preciso ficar atento ao selo do Inmetro. Para garantir a qualidade da peça aos consumidores, desde abril de 2011, só é permitida a comercialização de catalisador com o selo do Inmetro no mercado de reposição. “A substituição das peças deve ser feita com modelos compatíveis aos originais para manter os níveis de emissões e ruídos em conformidade com a regulamentação”, conclui.

Fonte: GrupoCelinho@Marketing

 

 

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